" E o próprio nosso Senhor Jesus Cristo e nosso Deus e Pai, que nos amou, e em graça nos deu uma eterna consolação e boa esperança, console os vossos corações, e vos confirme em toda a boa palavra e obra." 2 Tessalonicenses 2:16-17
Viver nesse mundo não tem sido fácil, muitos tem vivido a mercê da sorte. Tempos difíceis, desemprego, miséria, desequilíbrio social, má distribuição de renda e etc. Enquanto muitos nada ganham, poucos detêm quantias exorbitantes.
Observando tudo isso, chegamos a pensar que realmente nosso futuro será de mal a pior, tudo parece piorar. O povo está vivendo dias sem horizontes, onde as perspectivas passam bem longe e o que deveria parecer colorido tem se tornado acinzentado, embaraçando os olhares e produzindo uma sensação de derrota dia após dia.
Sem dúvida que a vida do ímpio tem encontrado esse tipo de vida pela frente, sem contar o que já se passou, sua esperança por dias melhores se esvai como nuvem, ora se apresenta espessa, ora se dilui na primeira brisa que aparece. Para eles a proposta de vida está sempre no presente, baseado no passado. Não há uma segurança que possa garantir-lhes vida boa sem que antes haja uma vantagem que traga respaldo para sua satisfação momentânea. A palavra do homem tem sido evasiva, onde a justificativa para explicar essa vivencia medíocre se sustenta em subjeções e mais subjeções.
Entretanto, para os que estão em Cristo há esperança e com ela muita segurança, não importando como se esta vivendo, seja na alegria, na tristeza, na saúde ou na doença, no muito ou no pouco, seja no presente ou no futuro, seja em que situação for, lá está o filho de Deus dando glórias e honras a Ele, pois sua vida está baseada em promessas eternas, provenientes do trono divino e do nosso Cristo ressurreto.
Quando olhamos para a Palavra de Deus, principalmente no que se refere à vida eterna, a única preocupação deve ser a de se transmitir às verdades bíblicas para todos aqueles que dela necessitam, onde o centro das atenções está na pessoa de Jesus Cristo e em seu evangelho, que cura, restaura, liberta, salva e projeta para os céus. Quanto mais pessoas alcançarmos com as palavras de vida eterna, mais esperança se produzirá no coração daqueles que vivem nessa terra inóspita. Assim sendo, o que para muitos poderia parecer sem solução, em Cristo descobrirão razão de viver.
Os cristãos tessalônicos ao receberem a segunda carta, perceberam que o apostolo Paulo os alertou sobre dias difíceis, onde a apostasia seria claramente identificada e o homem iníquo se levantaria com poder para aterrorizar ainda mais todos aqueles que estavam à mercê da sorte, desta vida sem sentido. O que sabemos e que se nesses dias se enfrentará perseguições e então, os que estão em Cristo serão provados, quer em duras provas, quer em outras situações de momento, o certo é que tais dias chegarão e somente os que estiverem preparados vencerão tal batalha, através da fé e de amor no Filho de Deus.
Esses dias ainda não chegaram, por isso é necessário aproveitar bem cada minuto e servir a Deus de maneira digna e eficaz, a fim de não só aumentar e fortalecer nossa esperança, mais também cumprir o chamado de anunciar a Palavra de vida eterna a todos quantos vivem nesse mundo sem perspectivas, onde suas vidas são vazias e sem nenhum sentido. Que isso sirva para nós como grande oportunidade para se expandir os ensinos bíblicos com exatidão.
Façamos hoje de nossa vida um exemplo a ser seguido, a fim de mostrar que somos diferentes. Que o mundo nos veja com olhos de esperança. E onde se vê ódio, em nós eles possam ver amor; onde se vê violência, em nós vejam paz; onde se vê orgulho, em nós humildade; onde se vê incertezas, em nós confiança; onde se vê o fim, em nós encontrem um início glorioso. Que sejamos unânimes em afirmar para o mundo que só em Cristo Jesus há esperança e certeza de vida eterna, junto de Deus, nosso Pai e Senhor.
sábado, 24 de julho de 2010
sábado, 17 de julho de 2010
Primeira Carta aos Tessalonicenses
" E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso SENHOR Jesus Cristo. Fiel é o que vos chama, o qual também o fará.".1Tessalonicenses 5:23-24
Os tempos mudaram e com eles alguns costumes, antigamente se ouviam dizer que a palavra de um homem valia muito mais que algo escrito e assinado, pois o que estava em jogo era a reputação daqueles que firmavam acordos verbais.
Vemos nos dias atuais que estes acordos verbais caiu em desuso da grande maioria da sociedade. O que mais se vê hoje são pessoas desonestas e relapsas quanto às promessas que fazem uns aos outros. Não se pode mais confiar em promessas verbais, antes é necessário um auto conhecimento de quem se compromete em firmar um acordo verbal. Até mesmo irmãos agem com desonestidades entre si. Vemos que agências de investigações particulares se enriquecem através de levantamentos sobre a desonestidade entre os homens. São constantemente contratados para desvendarem casos de adultérios, é marido traindo a esposa e vice-versa. Casamentos e mais casamentos desfeitos em razão de infidelidade conjugal. Isso não é diferente entre acordos firmados entre sócios na área empresarial.
Não é por acaso que encontramos em Eclesiastes que tudo nesta vida é vaidade, vemos que as pessoas deixam de lado a reputação, a fim de levarem vantagem em alguma coisa, seja por dinheiro ou por outro tipo de “acordo”.
Quando olhamos para a vida cristã, descobrimos que Deus através de seu amor, sempre procurou envolver o homem em alguma situação onde a fidelidade pudesse ser destacada, sua intenção era e sempre será a de testar a reputação do ser humano, não que ele já não os conheçam, mais para que o próprio homem compreenda a sua necessidade de se preservar integro quanto as suas promessas, ainda mais se tratando de firmar acordos com Deus. Em toda Bíblia vemos que no que dependeu de Deus, ele sempre provou que é fiel, seja através de uma ou outra promessa, manteve seu nível de fidelidade para com o homem, sua aliança nunca foi quebrada em se tratando de sua parte em acordos. Isso prova que Deus não brinca quanto o assunto é ser fiel e integro. Lembre-se que Deus quando nos envolve em um acordo, espera que possamos retribuir a altura, dando-nos ainda a possibilidade de nos ajudar para que tal situação não se torne difícil de se cumprir.
Em se tratando de fidelidade, temos que aceitar o fato que na vida cristã essa atitude deve ser constante por parte daqueles que entenderam o chamado de uma nova vida ao lado de Cristo, isso significa que outras peculiaridades estão envolvidas nesta proposta de que Deus oferece a cada um. Tornam-se conseqüências de ser fiel, preservar uma vida de santidade, obediência e desinteresses pessoais, quer seja em casa, no trabalho e na escola. Deus está preocupado com nosso comportamento a todo instante. Precisamos nos envolver de modo digno quando o assunto é vida com Deus.
Para se manter uma vida de fidelidade, não é tarefa fácil, pois estamos tão envolvidos com as coisas deste mundo que deixamos nos influenciar nas mínimas armadilhas que a carne, o mundo e o diabo preparam para cada um de nós. É uma uvinha experimentada no supermercado (todas as vezes que vai até lá), é uma nota fiscal não fornecida, é uma mentirinha de nada aqui e acolá, e assim vai a vida do crente por água baixo.
Basta um desvio de olhar, e lá está o irmão e a irmã “caindo da graça”. Prometeu e não cumpriu. Seja um falta de pagamento ou uma oração prometida e não cumprida para que a infidelidade aconteça. Seguir a Cristo não é fácil, mais temos que nos empenhar em pagar o preço proposto pr Deus, lembrando que ele ns ajudará a desempenhar nossa missão nessa terra, até porque o dia da vinda do Nosso Senhor Jesus Cristo está as portas e cremos que tal promessa pode até demorar um pouquinho mais na tardara.
A nossa fidelidade e integridade dependem de cada um de nós, portanto conservemos nossa postura cem por cento, a fim de que Deus nos ache dignos de aceitação. Há um cuidado exposto na Palavra de Deus que diz: “Aquele que está em pé cuide para que não cai” Deus foi quem nos escolheu e observando os versículo inicial, no seu final diz que Ele é fiel para fazer cumprir a nossa fidelidade também. O que nos resta é crer nessa promessa e continuar no propósito de manter no mastro da nossa bandeira a fidelidade dada por Ele.
Os tempos mudaram e com eles alguns costumes, antigamente se ouviam dizer que a palavra de um homem valia muito mais que algo escrito e assinado, pois o que estava em jogo era a reputação daqueles que firmavam acordos verbais.
Vemos nos dias atuais que estes acordos verbais caiu em desuso da grande maioria da sociedade. O que mais se vê hoje são pessoas desonestas e relapsas quanto às promessas que fazem uns aos outros. Não se pode mais confiar em promessas verbais, antes é necessário um auto conhecimento de quem se compromete em firmar um acordo verbal. Até mesmo irmãos agem com desonestidades entre si. Vemos que agências de investigações particulares se enriquecem através de levantamentos sobre a desonestidade entre os homens. São constantemente contratados para desvendarem casos de adultérios, é marido traindo a esposa e vice-versa. Casamentos e mais casamentos desfeitos em razão de infidelidade conjugal. Isso não é diferente entre acordos firmados entre sócios na área empresarial.
Não é por acaso que encontramos em Eclesiastes que tudo nesta vida é vaidade, vemos que as pessoas deixam de lado a reputação, a fim de levarem vantagem em alguma coisa, seja por dinheiro ou por outro tipo de “acordo”.
Quando olhamos para a vida cristã, descobrimos que Deus através de seu amor, sempre procurou envolver o homem em alguma situação onde a fidelidade pudesse ser destacada, sua intenção era e sempre será a de testar a reputação do ser humano, não que ele já não os conheçam, mais para que o próprio homem compreenda a sua necessidade de se preservar integro quanto as suas promessas, ainda mais se tratando de firmar acordos com Deus. Em toda Bíblia vemos que no que dependeu de Deus, ele sempre provou que é fiel, seja através de uma ou outra promessa, manteve seu nível de fidelidade para com o homem, sua aliança nunca foi quebrada em se tratando de sua parte em acordos. Isso prova que Deus não brinca quanto o assunto é ser fiel e integro. Lembre-se que Deus quando nos envolve em um acordo, espera que possamos retribuir a altura, dando-nos ainda a possibilidade de nos ajudar para que tal situação não se torne difícil de se cumprir.
Em se tratando de fidelidade, temos que aceitar o fato que na vida cristã essa atitude deve ser constante por parte daqueles que entenderam o chamado de uma nova vida ao lado de Cristo, isso significa que outras peculiaridades estão envolvidas nesta proposta de que Deus oferece a cada um. Tornam-se conseqüências de ser fiel, preservar uma vida de santidade, obediência e desinteresses pessoais, quer seja em casa, no trabalho e na escola. Deus está preocupado com nosso comportamento a todo instante. Precisamos nos envolver de modo digno quando o assunto é vida com Deus.
Para se manter uma vida de fidelidade, não é tarefa fácil, pois estamos tão envolvidos com as coisas deste mundo que deixamos nos influenciar nas mínimas armadilhas que a carne, o mundo e o diabo preparam para cada um de nós. É uma uvinha experimentada no supermercado (todas as vezes que vai até lá), é uma nota fiscal não fornecida, é uma mentirinha de nada aqui e acolá, e assim vai a vida do crente por água baixo.
Basta um desvio de olhar, e lá está o irmão e a irmã “caindo da graça”. Prometeu e não cumpriu. Seja um falta de pagamento ou uma oração prometida e não cumprida para que a infidelidade aconteça. Seguir a Cristo não é fácil, mais temos que nos empenhar em pagar o preço proposto pr Deus, lembrando que ele ns ajudará a desempenhar nossa missão nessa terra, até porque o dia da vinda do Nosso Senhor Jesus Cristo está as portas e cremos que tal promessa pode até demorar um pouquinho mais na tardara.
A nossa fidelidade e integridade dependem de cada um de nós, portanto conservemos nossa postura cem por cento, a fim de que Deus nos ache dignos de aceitação. Há um cuidado exposto na Palavra de Deus que diz: “Aquele que está em pé cuide para que não cai” Deus foi quem nos escolheu e observando os versículo inicial, no seu final diz que Ele é fiel para fazer cumprir a nossa fidelidade também. O que nos resta é crer nessa promessa e continuar no propósito de manter no mastro da nossa bandeira a fidelidade dada por Ele.
sábado, 29 de maio de 2010
Carta aos Colossenses
"E a paz de Deus, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações; e sede agradecidos." Colossenses 3:15
Quando uma criança nasce, logo se faz analises com quem ela se parece mais, com o pai ou com a mãe, sem contar com a intervenção daqueles que acham parecidos com os avós, sejam paternos ou maternos. É verdade que todos nós herdamos e carregamos genes de nossas famílias, o que nos permite identificar com nossos parentes mais próximos.
A palavra de Deus nos garante que ao aceitarmos Jesus Cristo como Senhor e Salvador de nossas vidas, somos transformados, começando de um novo nascimento, não de carne e sangue, mais da vontade de Deus. Desta forma ganhamos Dele “genes” que irão permitir que nos assemelhemos a Ele em várias situações.
Aqui na carta tratada, o Apostolo Paulo atesta que os que são de deus herdam uma nova identidade, semelhante à de Cristo, onde todos que a tem são levados a evidenciar em suas vidas não só pensamentos como atitudes idênticas às do Filho de Deus, o que faz de cada nova criatura um autêntico filho e Deus, também.
Observe que, os eleitos de Deus, manifestam características e atributos elementares de Deus, a saber: Santidade, amor, misericórdia, bondade, humildade, mansidão, longaminidade e etc. Bem como outras atitudes que resultam em ações comunitárias, necessárias a todos de um modo geral, tais como, suportar uns aos outros, exercendo o perdão mutuamente, além de uma demonstração de amor sem igual, através do vínculo da perfeição.
Conseqüência disso, somente os filhos de Deus gozam do privilégio da Paz, que excede todo entendimento e que produz confortável sensação real de justiça de Deus, em se tratando de todos os atos e pensamentos (intenções), produzidos em razão de tal filiação.
Quando Cristo é tudo em todos, é notório que tudo o que esta em volta seja transformado, sempre para melhor, é claro, e é o que se pode notar nesse contexto do capitulo três desta carta.
Na Bíblia Vida Nova, encontramos o comentário de roda pé muito importante a esse respeito para os nossos dias, o qual destaca com muita propriedade a relação filial que os salvos tem com o Pai, o comentário diz: “quando somos nascidos de Deus, as divisões desaparecem, as mais apreciadas qualidades se destacam, a compreensão e o perdão te êxito, o amor une a todos, a paz e a gratidão dominam o coração, a vida se torna exemplar aos outros e Deus é plenamente glorificado.”
Pensando assim, nós que nascemos de novo temos a chance de mostrar nossos dotes divinos, procurando exercer dons e talentos oriundos do trono de Deus, que se manifestam com o auxílio do Espírito Santo, da mesma forma que Paulo incita a igreja de Colossos a fazer, lembrando que, o que nos identifica com eles é o favor de cristo por todos nós. Assim como no passado essa identidade tem fundamentos seguros, assim é conosco nos dias de hoje. Podemos afirmar que nossos irmãos da igreja primitiva tinham em seus corações o desejo de que sua identidade santa se multiplicasse e chegasse até nós como chegou.
Eles sabiam que a primazia do Evangelho elevava os seus conceitos, quer para Deus quer para os homens, pois o mundo sempre aguardou a manifestação dos filhos de Deus. Eles esperam que a igreja do Senhor Jesus Cristo responda ao grito de socorro, que tem ecoado pelos quatros cantos desta terra, em razão que a herança que o homem sem Deus herdou, com certeza não traz paz e nem esperança.
Somos aqueles que temos respostas a todo pedido de socorro, somos os filhos daquele que diz: “TENHO PALAVRA DE VIDA ETERNA A TODOS VOCÊS, portanto, venham a mim vós que estais cansados e sobrecarregados e Eu vos aliviarei.” Somos também aqueles que podem responder a sociedade que se banha diariamente com a água do egoísmo e do orgulho e que está designada ao inferno. Responderemos sim, não com gritos, mas com ações de amor e humildade, temperada com a graça e misericórdia de Deus.
Paremos e pensemos nas coisas que vem de cima, do trono de Deus, pois só assim seremos identificados com o nosso Pai Celestial. Façamos exatamente como Cristo fez, oremos e busquemos cumprir a vontade do Senhor.
Quando uma criança nasce, logo se faz analises com quem ela se parece mais, com o pai ou com a mãe, sem contar com a intervenção daqueles que acham parecidos com os avós, sejam paternos ou maternos. É verdade que todos nós herdamos e carregamos genes de nossas famílias, o que nos permite identificar com nossos parentes mais próximos.
A palavra de Deus nos garante que ao aceitarmos Jesus Cristo como Senhor e Salvador de nossas vidas, somos transformados, começando de um novo nascimento, não de carne e sangue, mais da vontade de Deus. Desta forma ganhamos Dele “genes” que irão permitir que nos assemelhemos a Ele em várias situações.
Aqui na carta tratada, o Apostolo Paulo atesta que os que são de deus herdam uma nova identidade, semelhante à de Cristo, onde todos que a tem são levados a evidenciar em suas vidas não só pensamentos como atitudes idênticas às do Filho de Deus, o que faz de cada nova criatura um autêntico filho e Deus, também.
Observe que, os eleitos de Deus, manifestam características e atributos elementares de Deus, a saber: Santidade, amor, misericórdia, bondade, humildade, mansidão, longaminidade e etc. Bem como outras atitudes que resultam em ações comunitárias, necessárias a todos de um modo geral, tais como, suportar uns aos outros, exercendo o perdão mutuamente, além de uma demonstração de amor sem igual, através do vínculo da perfeição.
Conseqüência disso, somente os filhos de Deus gozam do privilégio da Paz, que excede todo entendimento e que produz confortável sensação real de justiça de Deus, em se tratando de todos os atos e pensamentos (intenções), produzidos em razão de tal filiação.
Quando Cristo é tudo em todos, é notório que tudo o que esta em volta seja transformado, sempre para melhor, é claro, e é o que se pode notar nesse contexto do capitulo três desta carta.
Na Bíblia Vida Nova, encontramos o comentário de roda pé muito importante a esse respeito para os nossos dias, o qual destaca com muita propriedade a relação filial que os salvos tem com o Pai, o comentário diz: “quando somos nascidos de Deus, as divisões desaparecem, as mais apreciadas qualidades se destacam, a compreensão e o perdão te êxito, o amor une a todos, a paz e a gratidão dominam o coração, a vida se torna exemplar aos outros e Deus é plenamente glorificado.”
Pensando assim, nós que nascemos de novo temos a chance de mostrar nossos dotes divinos, procurando exercer dons e talentos oriundos do trono de Deus, que se manifestam com o auxílio do Espírito Santo, da mesma forma que Paulo incita a igreja de Colossos a fazer, lembrando que, o que nos identifica com eles é o favor de cristo por todos nós. Assim como no passado essa identidade tem fundamentos seguros, assim é conosco nos dias de hoje. Podemos afirmar que nossos irmãos da igreja primitiva tinham em seus corações o desejo de que sua identidade santa se multiplicasse e chegasse até nós como chegou.
Eles sabiam que a primazia do Evangelho elevava os seus conceitos, quer para Deus quer para os homens, pois o mundo sempre aguardou a manifestação dos filhos de Deus. Eles esperam que a igreja do Senhor Jesus Cristo responda ao grito de socorro, que tem ecoado pelos quatros cantos desta terra, em razão que a herança que o homem sem Deus herdou, com certeza não traz paz e nem esperança.
Somos aqueles que temos respostas a todo pedido de socorro, somos os filhos daquele que diz: “TENHO PALAVRA DE VIDA ETERNA A TODOS VOCÊS, portanto, venham a mim vós que estais cansados e sobrecarregados e Eu vos aliviarei.” Somos também aqueles que podem responder a sociedade que se banha diariamente com a água do egoísmo e do orgulho e que está designada ao inferno. Responderemos sim, não com gritos, mas com ações de amor e humildade, temperada com a graça e misericórdia de Deus.
Paremos e pensemos nas coisas que vem de cima, do trono de Deus, pois só assim seremos identificados com o nosso Pai Celestial. Façamos exatamente como Cristo fez, oremos e busquemos cumprir a vontade do Senhor.
Carta aos Filipenses
"Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho." Filipenses 1:21
O versículo acima é declaradamente uma excepcional proclamação que Jesus Cristo fazia toda a diferença na vida do Apostolo Paulo. Só quem realmente viveu experiências significativas como ele, pode declarar com tanta veemência tais palavras. Lembrando que Paulo ao escrever a referida carta estava em um calabouço, preso e acorrentado, expressando a sua vontade de partir, a fim de estar com Cristo. (vv1:23).
Partindo desse pressuposto, podemos notar que apesar dele estar enfrentando lutas terríveis de injustiças e perseguições (apertos), consegue arrancar forças de seu interior, não para lutar contra o sistema duro e sarcástico que o oprime, mas para dar incentivo aquela igreja de Cristo. Onde muitas vezes se olha um terreno seco e sem vida, Paulo conseguia enxergar uma terra boa para se plantar e colher. Onde encontravam motivos, muitas vezes até convincentes para desistir de caminhar, se vê que ele caminha sem desistir mesmo estando com suas pernas amarradas em troncos.
Essas estranháveis atitudes do Apostolo tem motivo, sem dúvida, sendo Jesus o motivo maior que manifesta força e garra naquela vida, que por sinal, a força e garra é transferida por ele aos filipenses. Paulo demonstra com a carta, através de sua humildade, amor fraternal, como a de um pai em relação aos seus filhos. Algo explicável, uma vez que ele exterioriza gratidão e alegria a seus irmãos na fé, principalmente por eles existirem.
Através de um discurso unicamente voltado para a pessoa de Cristo, faz lembrar que o Senhor da Glória se fez homem que viveu entre eles, cresceu e morreu, e não foi uma morte qualquer não, foi morte de cruz, morte essa que para os judeus era sinal de desprezo e vergonha. O que na verdade Paulo quis dizer com tais palavras era que, muitas vezes as circunstâncias, sejam elas boas ou ruins, não podem determinar o futuro de alguém, mais sim, leva-as entender que em tudo sempre existirá um porque.
A mensagem central da carta indica a todos nós que embora passamos por lutas, que parecem nunca nos deixar e que causam feridas, dificuldades, decepções, tristezas, medos, angústias, desânimos etc., indica que temos que vislumbrar o sacrifício de Cristo naquela cruz e compreender que, nada pode se comparar ao que enfrentou o nosso Senhor naquele terrível dia, isso tudo por causa de nós, pois nele nada foi encontrado que pudesse condená-Lo.
Se a mensagem central é Cristo, podemos afirmar que o tema dessa mensagem é Vitória. Cristo venceu a morte, Ele ressuscitou no terceiro dia, Ele vive e reina com o Pai, sua luta teve um fim, não um fim em si mesmo, mais um fim que nos dá um novo começo, começo de trilhar novas experiências, novas expectativas, novos contextos de vida, contextos que nos proporcionarão alegrias e propósitos eternos.
É claro que Deus cuida de nós a cada momento e ao lermos essa carta, cremos que os fatos narrados nela são verdadeiros, pois podemos perceber que Jesus nos delegou vitórias em meio as nossas lutas do dia a dia, permitindo que vivamos dia após dia, no gozo e no canto de vitória, seja na oração, no evangelho, na comunhão cristã, nos sacrifícios pela causa, no Senhor e no cuidado de Cristo pela igreja.
Há um chamado que prende a nossa atenção, que olhemos atentamente para Cristo sempre, seja no relacionamento com a família, no emprego, na escola, com os vizinhos, com os amigos e com inimigos, seja com quem for e aonde for, importa que Cristo seja a nossa inspiração, pois Ele é a fonte do fruto espiritual, tema da nossa pregação e a motivação maior do serviço cristão, bem como o único espírito e exemplo de perfeição.
Talvez passamos passamos hoje por problemas e dificuldades, mas um dia nós cremos que Jesus sinalizou para nossa vida e nos deu esperança. Saibamos que Ele tem cuidado de nós e sempre desejará fazer isso. Deixemos que a vida Dele seja um exemplo na nossa, descubramos o quanto existe de potencial guardado por Ele nos esperando, a fim de darmos um grito de vitória. Deixemos que as palavras de vida inseridas na Bíblia falem ao nosso coração, olhemos o que motivou os filipenses e vivamos a nossa vida com os olhos de Cristo, vamos dar um passo de fé e prossigamos em caminhar entretidos apenas no que interessa, deixando de lado tudo aquilo que tem impedido de olharmos para o Senhor Jesus.
Para terminar, andemos como Ele andou e prosseguimos em ser identificados como sua igreja, hoje e sempre.
O versículo acima é declaradamente uma excepcional proclamação que Jesus Cristo fazia toda a diferença na vida do Apostolo Paulo. Só quem realmente viveu experiências significativas como ele, pode declarar com tanta veemência tais palavras. Lembrando que Paulo ao escrever a referida carta estava em um calabouço, preso e acorrentado, expressando a sua vontade de partir, a fim de estar com Cristo. (vv1:23).
Partindo desse pressuposto, podemos notar que apesar dele estar enfrentando lutas terríveis de injustiças e perseguições (apertos), consegue arrancar forças de seu interior, não para lutar contra o sistema duro e sarcástico que o oprime, mas para dar incentivo aquela igreja de Cristo. Onde muitas vezes se olha um terreno seco e sem vida, Paulo conseguia enxergar uma terra boa para se plantar e colher. Onde encontravam motivos, muitas vezes até convincentes para desistir de caminhar, se vê que ele caminha sem desistir mesmo estando com suas pernas amarradas em troncos.
Essas estranháveis atitudes do Apostolo tem motivo, sem dúvida, sendo Jesus o motivo maior que manifesta força e garra naquela vida, que por sinal, a força e garra é transferida por ele aos filipenses. Paulo demonstra com a carta, através de sua humildade, amor fraternal, como a de um pai em relação aos seus filhos. Algo explicável, uma vez que ele exterioriza gratidão e alegria a seus irmãos na fé, principalmente por eles existirem.
Através de um discurso unicamente voltado para a pessoa de Cristo, faz lembrar que o Senhor da Glória se fez homem que viveu entre eles, cresceu e morreu, e não foi uma morte qualquer não, foi morte de cruz, morte essa que para os judeus era sinal de desprezo e vergonha. O que na verdade Paulo quis dizer com tais palavras era que, muitas vezes as circunstâncias, sejam elas boas ou ruins, não podem determinar o futuro de alguém, mais sim, leva-as entender que em tudo sempre existirá um porque.
A mensagem central da carta indica a todos nós que embora passamos por lutas, que parecem nunca nos deixar e que causam feridas, dificuldades, decepções, tristezas, medos, angústias, desânimos etc., indica que temos que vislumbrar o sacrifício de Cristo naquela cruz e compreender que, nada pode se comparar ao que enfrentou o nosso Senhor naquele terrível dia, isso tudo por causa de nós, pois nele nada foi encontrado que pudesse condená-Lo.
Se a mensagem central é Cristo, podemos afirmar que o tema dessa mensagem é Vitória. Cristo venceu a morte, Ele ressuscitou no terceiro dia, Ele vive e reina com o Pai, sua luta teve um fim, não um fim em si mesmo, mais um fim que nos dá um novo começo, começo de trilhar novas experiências, novas expectativas, novos contextos de vida, contextos que nos proporcionarão alegrias e propósitos eternos.
É claro que Deus cuida de nós a cada momento e ao lermos essa carta, cremos que os fatos narrados nela são verdadeiros, pois podemos perceber que Jesus nos delegou vitórias em meio as nossas lutas do dia a dia, permitindo que vivamos dia após dia, no gozo e no canto de vitória, seja na oração, no evangelho, na comunhão cristã, nos sacrifícios pela causa, no Senhor e no cuidado de Cristo pela igreja.
Há um chamado que prende a nossa atenção, que olhemos atentamente para Cristo sempre, seja no relacionamento com a família, no emprego, na escola, com os vizinhos, com os amigos e com inimigos, seja com quem for e aonde for, importa que Cristo seja a nossa inspiração, pois Ele é a fonte do fruto espiritual, tema da nossa pregação e a motivação maior do serviço cristão, bem como o único espírito e exemplo de perfeição.
Talvez passamos passamos hoje por problemas e dificuldades, mas um dia nós cremos que Jesus sinalizou para nossa vida e nos deu esperança. Saibamos que Ele tem cuidado de nós e sempre desejará fazer isso. Deixemos que a vida Dele seja um exemplo na nossa, descubramos o quanto existe de potencial guardado por Ele nos esperando, a fim de darmos um grito de vitória. Deixemos que as palavras de vida inseridas na Bíblia falem ao nosso coração, olhemos o que motivou os filipenses e vivamos a nossa vida com os olhos de Cristo, vamos dar um passo de fé e prossigamos em caminhar entretidos apenas no que interessa, deixando de lado tudo aquilo que tem impedido de olharmos para o Senhor Jesus.
Para terminar, andemos como Ele andou e prosseguimos em ser identificados como sua igreja, hoje e sempre.
sábado, 10 de abril de 2010
Carta aos Efésios
"Até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, à medida da estatura completa de Cristo," Efésios 4:13
Deus em toda sua história tem se mostrado ao homem como o maior interessado em unir todos os povos em torno de um mesmo interesse, o de adora-lo através de um relacionamento verdadeiro. Ele sempre procurou produzir meios pelos quais isso pudesse acontecer.
Deus tratou desse assunto de várias maneiras através de homens que por Ele foram chamados e levantados, como exemplo: Abraão, Moisés, Davi, Elias, Daniel, Jonas, etc. Deus por sua vez, percebeu a dureza do coração humano em se juntar a Ele nesse sentido e colocou em pratica seu plano superior, o de enviar a Cristo como mediador entre Ele e o homem, objetivando que seu interesse de unir os povos se concretizasse.
Sabemos que a Cruz de Cristo é o divisor de águas entre o povo interessado naquilo que é de Deus e do povo que tem seus interesses em outras coisas. Ocorre que ao longo dos séculos, ano após ano, vemos mais e mais homens se levantam interessados em seus próprios interesses deixando o interesse superior de Deus em segundo plano.
Essa verdade não era diferente em relação ao povo de Deus em Efeso, que na ocasião era um centro importante para o trabalho cristão, que crescia e influenciava grande parte daquela província romana em se converter ao cristianismo e compreender a vontade de Deus. Mais o que já se arrastava desde o passado estava se evidenciando naqueles dias, ou seja, os interesses humanos se sobrepondo aos interesses divinos, fato que também estava acontecendo no meio cristão, dentro da igreja. Paulo que nesse tempo estava preso, não perdeu tempo em escrever para aquela amada igreja com o intuito de abrir seus olhos a respeito de tal situação errônea.
Os judeus convertidos queriam sobrepor seus interesses aos gentios também convertidos, os quais por sua vez resistam desejando que os seus é que sobressaíssem, o que disseminou uma divisão de interesses pessoais entre eles. Porém o que eles tinham que aprender é que a igreja do Senhor Jesus, além de exercer várias funções tinha como função bem específica era a de andar em unidade, onde as paredes o orgulho, preconceito e egoísmo deveriam ser deixados de lado, sendo destacado o amor pluralizado entre os povos, quer seja judeu, grego, romano ou outro qualquer.
A unidade era o símbolo do verdadeiro cristianismo, onde alguns vendiam parte do que tinha para suprir a necessidade do outro, onde havia tudo em comum entre eles. Paulo destaca que independentemente do povo em questão, todos teriam que ter um único interesse, o de Deus, fazendo comparações a seguir: a igreja é como um corpo humano onde Cristo é a cabeça; como um edifício onde Cristo é a pedra angular (de esquina); e como um casamento onde Cristo é noivo e a igreja a noiva. Essa é verdadeira demonstração dos interesses de Deus em nos unir em torno Dele.
O fato é que sendo eles judeus ou gentis, deveriam compreender que Cristo vem em primeiro lugar e ao se praticar seus ensinamentos, tornamo-nos um único povo com uma única identidade, a identidade dos filhos de Deus.
Ao ver tudo isso, chagamos a conclusão de que nós como igreja de Cristo nos dias de hoje temos que nos empenhar em cultivar essa identidade, onde Cristo seja sempre a cabeça. A pedra angular e o noivo da igreja, onde também os interesses divinos estejam ocupando o primeiro lugar em nossas vidas. Para isso é preciso resistir às barreiras da discórdia, da disputa e da desagregação social, que tentam se levantar contra a igreja de Cristo. Caso isso ocorra, sabemos que certamente seremos derrotados, pois não se pode admitir interesses pessoais sobrepondo os interesses de Deus, esse nunca foi e nunca será o seu plano para nós. Para Deus não existem filhos prediletos, não existem melhores ou piores, maiores e menores, todos somos iguais. Portanto observemos bem de perto o contexto da Epistola de Efésios e busquemos diferenciar os interesses de Deus dos nossos, a fim de priorizar sempre os Dele em nossas vidas, pois só assim estaremos cumprindo o nosso chamado, quer seja a de corpo, de edifício ou a de noiva.
Deus em toda sua história tem se mostrado ao homem como o maior interessado em unir todos os povos em torno de um mesmo interesse, o de adora-lo através de um relacionamento verdadeiro. Ele sempre procurou produzir meios pelos quais isso pudesse acontecer.
Deus tratou desse assunto de várias maneiras através de homens que por Ele foram chamados e levantados, como exemplo: Abraão, Moisés, Davi, Elias, Daniel, Jonas, etc. Deus por sua vez, percebeu a dureza do coração humano em se juntar a Ele nesse sentido e colocou em pratica seu plano superior, o de enviar a Cristo como mediador entre Ele e o homem, objetivando que seu interesse de unir os povos se concretizasse.
Sabemos que a Cruz de Cristo é o divisor de águas entre o povo interessado naquilo que é de Deus e do povo que tem seus interesses em outras coisas. Ocorre que ao longo dos séculos, ano após ano, vemos mais e mais homens se levantam interessados em seus próprios interesses deixando o interesse superior de Deus em segundo plano.
Essa verdade não era diferente em relação ao povo de Deus em Efeso, que na ocasião era um centro importante para o trabalho cristão, que crescia e influenciava grande parte daquela província romana em se converter ao cristianismo e compreender a vontade de Deus. Mais o que já se arrastava desde o passado estava se evidenciando naqueles dias, ou seja, os interesses humanos se sobrepondo aos interesses divinos, fato que também estava acontecendo no meio cristão, dentro da igreja. Paulo que nesse tempo estava preso, não perdeu tempo em escrever para aquela amada igreja com o intuito de abrir seus olhos a respeito de tal situação errônea.
Os judeus convertidos queriam sobrepor seus interesses aos gentios também convertidos, os quais por sua vez resistam desejando que os seus é que sobressaíssem, o que disseminou uma divisão de interesses pessoais entre eles. Porém o que eles tinham que aprender é que a igreja do Senhor Jesus, além de exercer várias funções tinha como função bem específica era a de andar em unidade, onde as paredes o orgulho, preconceito e egoísmo deveriam ser deixados de lado, sendo destacado o amor pluralizado entre os povos, quer seja judeu, grego, romano ou outro qualquer.
A unidade era o símbolo do verdadeiro cristianismo, onde alguns vendiam parte do que tinha para suprir a necessidade do outro, onde havia tudo em comum entre eles. Paulo destaca que independentemente do povo em questão, todos teriam que ter um único interesse, o de Deus, fazendo comparações a seguir: a igreja é como um corpo humano onde Cristo é a cabeça; como um edifício onde Cristo é a pedra angular (de esquina); e como um casamento onde Cristo é noivo e a igreja a noiva. Essa é verdadeira demonstração dos interesses de Deus em nos unir em torno Dele.
O fato é que sendo eles judeus ou gentis, deveriam compreender que Cristo vem em primeiro lugar e ao se praticar seus ensinamentos, tornamo-nos um único povo com uma única identidade, a identidade dos filhos de Deus.
Ao ver tudo isso, chagamos a conclusão de que nós como igreja de Cristo nos dias de hoje temos que nos empenhar em cultivar essa identidade, onde Cristo seja sempre a cabeça. A pedra angular e o noivo da igreja, onde também os interesses divinos estejam ocupando o primeiro lugar em nossas vidas. Para isso é preciso resistir às barreiras da discórdia, da disputa e da desagregação social, que tentam se levantar contra a igreja de Cristo. Caso isso ocorra, sabemos que certamente seremos derrotados, pois não se pode admitir interesses pessoais sobrepondo os interesses de Deus, esse nunca foi e nunca será o seu plano para nós. Para Deus não existem filhos prediletos, não existem melhores ou piores, maiores e menores, todos somos iguais. Portanto observemos bem de perto o contexto da Epistola de Efésios e busquemos diferenciar os interesses de Deus dos nossos, a fim de priorizar sempre os Dele em nossas vidas, pois só assim estaremos cumprindo o nosso chamado, quer seja a de corpo, de edifício ou a de noiva.
Carta aos Gálatas
"Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão." Gálatas 5:1
Que bom é quando de alguma forma descobrimos nossas origens, através de nossos tataravôs, bisavôs, avós, onde eles moravam, quem eles foram e o que faziam. É bom saber também que nossos pais procuraram seguir as tradições da família, quer seja materna ou paterna, ainda mais quando tais fatos estão registrados em fotos ou inventários e patrimônios.
Quando olhamos para as Escrituras Sagradas aprendemos que, quando nós tornamos filhos de Deus por meio de Jesus Cristo, somos levados a observar a história dos filhos de Deus, que dentre muitas outras histórias, há uma série de situações que devemos atentar, como por exemplo, a tradição judaica.
O que muito se erra é quando queremos ultrapassar nossos limites e trazer essa tradição para nossa realidade de vida, achando que assim (guardando a tradição do povo judeu) seremos mais crentes e conseqüentemente mais salvos do que aqueles que não guardam. Isso é um grande erro de interpretação e foi o que estava acontecendo com os gálatas convertidos ao cristianismo. Eles se viram iludidos com falsas doutrinas sobre uma tradição judaica, a da circuncisão, deixando-se levar por tal influência, achando que com isso teriam mais vantagens com Deus. Tais heresias chegaram a essa igreja através de falsos apóstolos e líderes religiosos que os influenciavam a tal situação.
Paulo escreve a carta para alertá-los a respeito, defendendo a liberdade cristã que vemos existir até nos dias de hoje. Todos nós temos tal liberdade quando de fato estamos em Cristo Jesus. Cristo nos libertou do julgo de escravidão e querer virar as costas para tal verdade, é simplesmente ignorar o sacrifício de Jesus na cruz do calvário.
Ao ler toda a carta, ficamos como que alertas sobre os perigos que os gálatas enfrentaram a respeito de tais desvios da doutrina dos apóstolos, as quais trouxeram prejuízos, muitas vezes desastrosos para suas vidas.
A exemplo disso temos a interpretação que nas tradições que procuram concorrer com os ensinos da Palavra de Deus, de que elas levam a prisões, que por sua vez, geram inconstâncias, indecisões e imaturidades, o que causará desequilíbrio a vida proposta que Deus tem para cada um de nós.
Se não vejamos, a conseqüência da inconstância produz erros irreparáveis, bem como vergonha e fraqueza espiritual, quando impede a caminhada com Cristo, pois ocasiona momentos variados no comportamento por não conseguir se ajustar a linha doutrinária das escrituras. Isso provoca insatisfação e vulnerabilidade quanto aos ataques dos inimigos.
Outra conseqüência é as indecisões, que divide o coração produzindo uma constante culpa e perdas, seja na área espiritual, emocional ou na física. As indecisões levam o homem a lugar nenhum, a não ser a estagnação.
Em razão de tudo isso, a imaturidade se torna visível àqueles que se apóiam a qualquer vento de doutrina, onde tem por base as tradições que são verdadeiros símbolos da religiosidade.
Tais práticas impedem que muitos recebam a Palavra de Deus como doutrina sólida, permanecendo no “leitinho espiritual”, deixando assim de crescer, isso produz instabilidade na fé e permite que falsos ensinos aprisionem seus seguidores a princípios básicos, mantendo-os lá por muito tempo.
Quando fazemos uma analise séria sobre a verdadeira liberdade cristã, compreendemos quem somos no reino de Deus e para onde ele quer nos levar. Poderemos observar corretamente que não devemos sair do caminho proposto, pois qualquer que seja a quantia de fermento que caia na massa a levedará completamente.
Que a nossa justificação venha sempre da fé no filho de Deus; que nosso espírito lute contra a carne na certeza de vitória, uma vez que as obras da carne sempre excluirão o reino de Deus; que o fruto espiritual seja o sinal de crescimento, o qual produz constância, decisão e maturidade, a fim de ajudar nas cargas uns dos outros através de humildade, confiança, exame de consciência e benevolência.
Para terminar, o destaque fica em que, a doutrina dos falsos mestres se gloria nos ritos cerimoniais e nas marcas da carne, enquanto que a doutrina de Paulo se gloria na cruz e nas marcas do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Amém!
Que bom é quando de alguma forma descobrimos nossas origens, através de nossos tataravôs, bisavôs, avós, onde eles moravam, quem eles foram e o que faziam. É bom saber também que nossos pais procuraram seguir as tradições da família, quer seja materna ou paterna, ainda mais quando tais fatos estão registrados em fotos ou inventários e patrimônios.
Quando olhamos para as Escrituras Sagradas aprendemos que, quando nós tornamos filhos de Deus por meio de Jesus Cristo, somos levados a observar a história dos filhos de Deus, que dentre muitas outras histórias, há uma série de situações que devemos atentar, como por exemplo, a tradição judaica.
O que muito se erra é quando queremos ultrapassar nossos limites e trazer essa tradição para nossa realidade de vida, achando que assim (guardando a tradição do povo judeu) seremos mais crentes e conseqüentemente mais salvos do que aqueles que não guardam. Isso é um grande erro de interpretação e foi o que estava acontecendo com os gálatas convertidos ao cristianismo. Eles se viram iludidos com falsas doutrinas sobre uma tradição judaica, a da circuncisão, deixando-se levar por tal influência, achando que com isso teriam mais vantagens com Deus. Tais heresias chegaram a essa igreja através de falsos apóstolos e líderes religiosos que os influenciavam a tal situação.
Paulo escreve a carta para alertá-los a respeito, defendendo a liberdade cristã que vemos existir até nos dias de hoje. Todos nós temos tal liberdade quando de fato estamos em Cristo Jesus. Cristo nos libertou do julgo de escravidão e querer virar as costas para tal verdade, é simplesmente ignorar o sacrifício de Jesus na cruz do calvário.
Ao ler toda a carta, ficamos como que alertas sobre os perigos que os gálatas enfrentaram a respeito de tais desvios da doutrina dos apóstolos, as quais trouxeram prejuízos, muitas vezes desastrosos para suas vidas.
A exemplo disso temos a interpretação que nas tradições que procuram concorrer com os ensinos da Palavra de Deus, de que elas levam a prisões, que por sua vez, geram inconstâncias, indecisões e imaturidades, o que causará desequilíbrio a vida proposta que Deus tem para cada um de nós.
Se não vejamos, a conseqüência da inconstância produz erros irreparáveis, bem como vergonha e fraqueza espiritual, quando impede a caminhada com Cristo, pois ocasiona momentos variados no comportamento por não conseguir se ajustar a linha doutrinária das escrituras. Isso provoca insatisfação e vulnerabilidade quanto aos ataques dos inimigos.
Outra conseqüência é as indecisões, que divide o coração produzindo uma constante culpa e perdas, seja na área espiritual, emocional ou na física. As indecisões levam o homem a lugar nenhum, a não ser a estagnação.
Em razão de tudo isso, a imaturidade se torna visível àqueles que se apóiam a qualquer vento de doutrina, onde tem por base as tradições que são verdadeiros símbolos da religiosidade.
Tais práticas impedem que muitos recebam a Palavra de Deus como doutrina sólida, permanecendo no “leitinho espiritual”, deixando assim de crescer, isso produz instabilidade na fé e permite que falsos ensinos aprisionem seus seguidores a princípios básicos, mantendo-os lá por muito tempo.
Quando fazemos uma analise séria sobre a verdadeira liberdade cristã, compreendemos quem somos no reino de Deus e para onde ele quer nos levar. Poderemos observar corretamente que não devemos sair do caminho proposto, pois qualquer que seja a quantia de fermento que caia na massa a levedará completamente.
Que a nossa justificação venha sempre da fé no filho de Deus; que nosso espírito lute contra a carne na certeza de vitória, uma vez que as obras da carne sempre excluirão o reino de Deus; que o fruto espiritual seja o sinal de crescimento, o qual produz constância, decisão e maturidade, a fim de ajudar nas cargas uns dos outros através de humildade, confiança, exame de consciência e benevolência.
Para terminar, o destaque fica em que, a doutrina dos falsos mestres se gloria nos ritos cerimoniais e nas marcas da carne, enquanto que a doutrina de Paulo se gloria na cruz e nas marcas do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Amém!
segunda-feira, 1 de março de 2010
Carta aos Romanos
" Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;" Romanos 3:23
Não é novidade para ninguém que o homem é pecador e está bem longe de Deus, é verdade também que todos os seus atos e pensamentos, sejam eles bons ou maus, o conduzem a culpas, medos, inseguranças e justificativas evasivas, os quais traz conseqüências desastrosas a humanidade. Violência, ganância e mentiras são algumas das muitas que impedem a aproximação do homem de Deus.
Boas intenções, esforços próprios, boa moral, religiosidade, filosofias e etc. Nada disso adianta para se alcançar a vida proposta por Deus, ou seja, vida abundante prometida (João 10:10). Porém ao homem natural é necessário compreender que a sua vida não pode se resumir a um tempo já previsto, entre nascer, crescer, envelhecer e morrer. Essa vida vai além de tudo isso e deve estar depositada nas mãos de Deus.
A culpabilidade humana e a tendência pecaminosa embutida no âmago do homem o impedem que argumente em sua defesa, com o intuito de se livrar da condenação já prevista por Deus. O sentimento de culpa tem sido considerado um mal que não tem solução e parece algo irreversível a qualquer esforço humano.
Na carta aos Romanos observamos três situações exatamente como elas são. O estado original do homem (pecador), o plano da salvação da parte de Deus e a fé dada por Deus ao homem. Essas três peculiaridades correspondem com a solução para tal problemática quando Ele (Deus) manifesta seu desejo de salvar o homem da sua condenação já decretada. O assunto é tão sério quanto interessante, sendo cabível uma redobrada atenção a essas verdades, pois toda e qualquer justificativa só é encontrada num plano superior e divino, oriundo dos céus, providenciado para todo aquele que confessar sua real impossibilidade de auto justificar e reconhecer que tal poder é pleno de Deus, levando em consideração que até mesmo a fé é dom de Deus, para que o tal não se glorie (Efésios 2:8).
A salvação do homem poderia até ser tratada como o remédio para a enfermidade humana, a qual o leva a morte (Romanos 6:23), cabendo esclarecer que tal medicamento espiritual não pode ser comprado na farmácia da esquina, nem tão pouco em um mercado clandestino, mais o homem só o achará em Deus, na pessoa de Cristo.
O endereço prescrito para a salvação está localizado no intenso amor de Deus, que se manifesta no sacrifício da morte de Jesus Cristo na cruz do calvário (João 3:23). A salvação está fundamentada na graça do Senhor (Romanos 6:14), uma vez que essa é a resposta para o problema do pecado e que adquirida pela fé em Cristo Jesus o transporta para uma vida abundante.
Se por um lado à salvação é um dom gratuito de Deus, por outro a condenação é algo que não tem preço humano que venha levar o homem a se livrar dela, não existindo justificativa suficiente para tal façanha.
O plano de Deus referente à salvação vai além de um simples ato e pronto, ele ultrapassa as fronteiras e leva o homem a viver uma vida plena no Espírito Santo o qual restaura e regenera a vida humana de maneira sem igual. Devemos nos lembrar que a obra salvívidica também reage à vida sem sentido, omissa e inexpressiva a que está prevista ao homem sem Deus. A pratica da fé é o resultado de uma vida salva, livre da condenação. É por intermédio da fé que o homem aponta para sua dependência de Cristo. É pela fé que seus deveres e direitos se destacam e onde o mais forte sustenta o mais fraco, o rico socorre o mais pobre e onde o salvo vai atrás do perdido.
Para finalizar, seguir a Cristo é a expressão mais clara da fé cristã. O ponto de transição do natural para o espiritual é extremamente necessário para homem e o convite está posto, deixar o coração aquecer nesse sentido faz muito bem. O Interessante de tudo isso é que, nossa justificação sempre estará personificada em Jesus Cristo, que por ser justo se entregou por todo homem, mulher e criança dessa terra e aquele que está Nele nova criatura é e as coisas velhas já passaram... (II Coríntios 5:17).
Não é novidade para ninguém que o homem é pecador e está bem longe de Deus, é verdade também que todos os seus atos e pensamentos, sejam eles bons ou maus, o conduzem a culpas, medos, inseguranças e justificativas evasivas, os quais traz conseqüências desastrosas a humanidade. Violência, ganância e mentiras são algumas das muitas que impedem a aproximação do homem de Deus.
Boas intenções, esforços próprios, boa moral, religiosidade, filosofias e etc. Nada disso adianta para se alcançar a vida proposta por Deus, ou seja, vida abundante prometida (João 10:10). Porém ao homem natural é necessário compreender que a sua vida não pode se resumir a um tempo já previsto, entre nascer, crescer, envelhecer e morrer. Essa vida vai além de tudo isso e deve estar depositada nas mãos de Deus.
A culpabilidade humana e a tendência pecaminosa embutida no âmago do homem o impedem que argumente em sua defesa, com o intuito de se livrar da condenação já prevista por Deus. O sentimento de culpa tem sido considerado um mal que não tem solução e parece algo irreversível a qualquer esforço humano.
Na carta aos Romanos observamos três situações exatamente como elas são. O estado original do homem (pecador), o plano da salvação da parte de Deus e a fé dada por Deus ao homem. Essas três peculiaridades correspondem com a solução para tal problemática quando Ele (Deus) manifesta seu desejo de salvar o homem da sua condenação já decretada. O assunto é tão sério quanto interessante, sendo cabível uma redobrada atenção a essas verdades, pois toda e qualquer justificativa só é encontrada num plano superior e divino, oriundo dos céus, providenciado para todo aquele que confessar sua real impossibilidade de auto justificar e reconhecer que tal poder é pleno de Deus, levando em consideração que até mesmo a fé é dom de Deus, para que o tal não se glorie (Efésios 2:8).
A salvação do homem poderia até ser tratada como o remédio para a enfermidade humana, a qual o leva a morte (Romanos 6:23), cabendo esclarecer que tal medicamento espiritual não pode ser comprado na farmácia da esquina, nem tão pouco em um mercado clandestino, mais o homem só o achará em Deus, na pessoa de Cristo.
O endereço prescrito para a salvação está localizado no intenso amor de Deus, que se manifesta no sacrifício da morte de Jesus Cristo na cruz do calvário (João 3:23). A salvação está fundamentada na graça do Senhor (Romanos 6:14), uma vez que essa é a resposta para o problema do pecado e que adquirida pela fé em Cristo Jesus o transporta para uma vida abundante.
Se por um lado à salvação é um dom gratuito de Deus, por outro a condenação é algo que não tem preço humano que venha levar o homem a se livrar dela, não existindo justificativa suficiente para tal façanha.
O plano de Deus referente à salvação vai além de um simples ato e pronto, ele ultrapassa as fronteiras e leva o homem a viver uma vida plena no Espírito Santo o qual restaura e regenera a vida humana de maneira sem igual. Devemos nos lembrar que a obra salvívidica também reage à vida sem sentido, omissa e inexpressiva a que está prevista ao homem sem Deus. A pratica da fé é o resultado de uma vida salva, livre da condenação. É por intermédio da fé que o homem aponta para sua dependência de Cristo. É pela fé que seus deveres e direitos se destacam e onde o mais forte sustenta o mais fraco, o rico socorre o mais pobre e onde o salvo vai atrás do perdido.
Para finalizar, seguir a Cristo é a expressão mais clara da fé cristã. O ponto de transição do natural para o espiritual é extremamente necessário para homem e o convite está posto, deixar o coração aquecer nesse sentido faz muito bem. O Interessante de tudo isso é que, nossa justificação sempre estará personificada em Jesus Cristo, que por ser justo se entregou por todo homem, mulher e criança dessa terra e aquele que está Nele nova criatura é e as coisas velhas já passaram... (II Coríntios 5:17).
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